quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O que fazer quando você vir um OVNI

É isso mesmo! Agora já temos um regulamento de como proceder caso os ETs resolvam aparecer por aqui.

O "Diário Oficial" informou ontem que a Força Aérea Brasileira (FAB) resolveu regulamentar que procedimentos seus membros devem realizar caso avisem um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) voando por aí.

Aparentemente, há um caderno de registros em que as aparições devem ser comunicadas e, então, repassadas ao Arquivo Nacional.

Bem, se alguém tinha dúvidas de que nós não somos os únicos neste universo, agora realmente acabaram-se, não?

A grande questão que fica é: se você tem uma nave espacial, porque resolveria visitar o planeta Terra?

terça-feira, 20 de julho de 2010

Indicados ao Emmy 2010

Melhor Drama

True Blood
Dexter
Mad Men
The Good Wife
Breaking Bad
Lost

Melhor Comédia

Curb Your Enthusiasm
Modern Family
The Office
30 Rock
Glee
Nurse Jackie

Melhor Ator em Drama

Jon Hamm (Mad Men)
Bryan Cranston (Breaking Bad)
Michael C. Hall (Dexter)
Kyle Chandler (Friday Night Lights)
Matthew Fox (Lost)
Hugh Laurie (House)

Melhor Atriz em Drama

Julianna Margulies (The Good Wife)
Mariska Hargitay (Law & Order: Special Victims Unit)
Glenn Close (Damages)
Kyra Sedgwick (The Closer)
January Jones (Mad Men)
Connie Britton (Friday Night Ligts)

Melhor Ator em Comédia

Steve Carell (The Office)
Tony Shalhoub (Monk)
Alec Baldwin (30 Rock)
Jim Parsons (Big Bang Theory)
Matthew Morrison (Glee)
Larry David (Curb Your Enthusiasm)

Melhor Atriz em Comédia

Tina Fey (30 Rock)
Julia Louis-Dreyfus (Old Christine)
Amy Poehler (Parks and Recreation)
Edie Falco (Nurse Jackie)
Lea Michele (Glee)
Toni Collette (United States of Tara)

Melhor Ator Coadjuvante em Drama

John Slattery (Mad Men)
Michael Emerson (Lost)
Aaron Paul (Breaking Bad)
Martin Short (Damages)
Terry O’Quinn (Lost)
Andre Braugher (Men of a Certain Age)

Melhor Atriz Coadjuvante em Drama

Sharon Gless (Burn Notice)
Christine Baranski (The Good Wife)
Christina Hendricks (Mad Men)
Elisabeth Moss (Mad Men)
Rose Byrne (Damages)
Archie Panjabi (The Good Wife)

Melhor Ator Coadjuvante em Comédia

Chris Colfer (Glee)
Jon Cryer (Two and A Half Men)
Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother)
Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)
Eric Stonestreet (Modern Family)
Ty Burrell (Modern Family)

Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia

Jane Lynch (Glee)
Kristen Wiig (Saturday Night Live)
Jane Krakowski (30 Rock)
Julie Bowen (Modern Family)
Sofia Vergara (Modern Family)
Holland Taylor (Two and A Half Men)

A cerimônia ocorre no dia 29 de Agosto

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sobre vampiros e a realidade

Um pouco mais inspirada pela “era dos vampiros” do que eu gostaria de admitir, achei que seria interessante comentar sobre a incrível experiência de viver na fantasia, pelo menos por alguns instantes, antes de fazer o que é certo e voltar à realidade.

Nos últimos anos, após a minha "era da magia" ter finalmente acabado, acabei decidindo dar uma chance aos vampiros; afinal, se eu já havia me escravizado por anos a fio no mundo dos bruxos, porque não tentar a sorte com os sugadores de sangue?

Tudo começou quando, desavisada e alienadamente, li a saga Crepúsculo inteira em menos de 1 semana. Ora, então ser vampiro poderia ser tão excitante quanto fazer magia! Ou mais, talvez, se compararmos as oportunidades românticas que Edward e Bella tiveram, enquanto o pobre e inocente Harry Potter cismava em salvar o mundo.

Depois de um tempo, apareceu Vampire Diaries, a série de TV inspirada nos livros de mesmo nome. Ah, então havia mais sobre vampiros e seus amores impossíveis! Tentei ler os livros, seguindo a óbvia idéia de que o original sempre é melhor. Nesse caso, porém, nem tanto. Foi impossível terminar o primeiro capítulo; fico, dessa vez, só com a série mesmo.

Há alguns dias, desesperada em busca por alguma série que eu ainda não tivesse visto, já que as novas temporadas só chegam em setembro, me deparei com True Blood. Não vou dizer que é uma maravilha, mas está me mantendo ocupada até que as coisas voltem pro lugar. A série tem uma idéia diferente sobre os vampiros e sua convivência com os humanos, começando pelo fato de que todo mundo sabe da existência deles. É mais violenta e disgusting também, mas qualquer um que queira ver campos floridos e famílias perfeitas pode ir ver Eclipse no cinema e pronto!

Aliás, falando em Eclipse, muito melhor que os outros dois filmes. Recomendo pra quem gosta, mas estava em dúvida porque Lua Nova, ano passado, foi terrível. Esse terceiro filme está bem mais leve, menos dramático e com mais aventura. Os atores continuam terríveis, mas o longa, em geral, está bem legalzinho.

Agora, me permitam ter um momento de tolice aqui. Entendam isso como uma última fuga de alguém que não curte muito o mundo em que está inserida por excesso de trabalho, estresse e auto-exigência. Não seria maravilhoso que eles existissem? Que fosse possível viver um amor impossível com uma criatura sobrenatural? Que, contra todas as probabilidades, isso fosse aquilo que faltava?

Ah, se essa fosse a realidade...

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Dunga x Globo

Essa é uma disputa à parte nesta Copa do Mundo. E não é novidade pra ninguém; de fato, está ridiculamente escandalosa. Tão escandalosa que, no último domingo (22), no horário nobre do Fantástico, o repórter da emissora fez uma declaração, expondo a insatisfação da emissora frente a atitude do técnico da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

Eu já vi a Globo fazer todos os absurdos possíveis e não acho que eles vão parar por aí, mas tudo nessa vida tem limite e acho que a Globo é tão megalomaníca e narcisita, que eles acham que os limites não valem mais pra eles.

Agora, antes de eu continuar. Quem já leu meus posts anteriores sabe que eu tenho listas de desaprovações a muito do que o Dunga anda fazendo, inclusive sobre sua postura frente a mídia, por isso não considerem estes comentários fruto de alguém que o apóia incondicionalmente. Só estou tentando ser justa.

É claro que o Dunga enlouqueceu. Resolveu fazer tudo como bem entendia e ainda mostrou pro mundo todo que ninguém nunca lhe ensinou que é feio falar palavrão. Ele não tem postura frente a imprensa, é desrespeitoso com o juiz e ainda incita os jogadores a cometerem faltas inconcebíveis, como no jogo contra Costa do Marfim, em que gritou para alguém (não lembro quem), para agarrar o braço do adversário que, sabidamente, estava recém-operado. É vergonhoso para qualquer um – e não apenas para nosso país, mas para qualquer membro da classe vinculada ao esporte – que alguém, cujo cargo é tão fundamental, tenha uma conduta tão lamentável.

Porém, todo mundo comete erros. O Dunga, claro, não deveria se dar ao luxo de cometer tantos, mas condená-lo não é nosso papel. Podemos ter nossa opinião, mas não devemos deixar de ser justos. E, me desculpem, mas jogar o país todo contra o cara, considerando que ele tem uma seleção atrás, em horário nobre, por causa de picuinha, é tudo menos justo.

Eu posso estar sendo reducionista quando falo em “picuinha”, mas mesmo que se trate dos milhões que a Globo paga e recebe pelas reportagens, não acho que valha a pena, se o objetivo final é ver o Brasil vencer. Podem todos considerar o Dunga inconseqüente por suas posturas, mas a da Globo não é e nunca foi a mais ética. Pelo contrário, costuma ser manipuladora para conseguir aquilo que quer, sem se importar com os prejuízos que pode causar aos outros.

Como prefiro tirar o melhor de tudo e já que o Dunga vai perder o cargo assim que pisar em território brasileiro – senão antes -, devo dizer que gosto da atitude que ele teve de desafiar a todo-poderosa Rede Globo. Ele está longe de ser um exemplo, mas certamente ficará na história como um daqueles que não cedeu às estratégias manipuladoras desta que é a emissora mais prepotente do país.

domingo, 20 de junho de 2010

Brasil 3 x 1 Costa do Marfim

Não, eu não entendo muito de futebol. Não, eu não gosto muito de futebol. Mas sim, eu vou acabar comentando os jogos do Brasil porque (1) são os jogos que meu trabalho permite que eu assista e (2) porque geralmente tem gente que me explica o que aconteceu e eu consigo fazer um julgamento.

No bolão da copa da minha academia, eu apostei (sim, eu apostei; se eu ganhar é mês de academia grátis!) em 1x0 pro Brasil. Isso porque eu não acreditava que a gente fosse perder tão cedo e também porque se tem um time que eu confio menos que o Brasi, é a Costa do Marfim (tá, tudo bem, tem outros, mas vocês entenderam meu ponto, não?). Agora, com relação ao jogo, ou melhor, com relação à batalha:

Sim, foi uma batalha. No primeiro tempo estava quase tão sem graça quanto foi o jogo contra a Coréia, e quando eu digo sem graça não quero dizer, necessariamente, que estávamos jogando mal.; só que estávamos jogando sem nada de especial que é, paraos nossos padrões, um jogo sem graça. A única excessão foi o gol, que saiu no primeiro tempo.

O segundo tempo foi terrível. O Elano marca o segundo gol e as pessoas enlouquecem! Primeiro quase quebram a perna do guri; depois, dez minutos interrompidos por faltas e mais faltas; em seguida, o Luiz Fabiano faz um gol praticamente com a mão e, por último, o juíz expulsa o Kaká porque o coitado estava no caminho do outro cara. Que loucura!

Uma tristeza: o gol do Luiz Fabiano, que foi a única coisa, até agora, que me fez, verdadeiramente, querer torcer pelo Brasil, deveria ter sido anulado; o Kaká que era a única imagem agradável que me estimulava a assistir os jogos, foi expulso; O Elano, que é o jogador que eu acho batalhador e me faz acreditar queo futebol faz algo de bom pelas pessoas, está praticamente lesionado.

O que eu faço agora? Sério, que lixo de copa do mundo!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Brasil 2 x 1 Coreia do Norte

Diferente de alguns comentários e faixas que li por aí, eu não sabia. Primeiro porque não entendo grandes coisas de futebol e segundo, por que não me importo realmente.

Agora, como posso não comentar o primeiro jogo do Brasil na copa? Mesmo eu torcendo pra Ingaterra esse ano, não posso negar as origens (embora eu quisesse); além disso, já me foi dito que o povo Britânico não tem chance, de forma que agora eu só torço pra eles porque eu realmente gosto da rainha.

Mas esse tem que ser um post sobre o jogo do Brasil, então, vamos lá!

Pra começar, devo dizer que perdi os primeiros 17 minutos porque estava dormindo. O resto do primeiro tempo passou meio confuso porque eu ainda precisava fazer alguma coisa pra comer, mas, no fim, pelo que eu soube, foi chato mesmo. Mas no segundo tempo eu estava quase concentrada!

Agora, o que devo dizer? Achei que não valeu muito a pena perder meu tempo, embora eu tenha adorado ter ficado em casa porque, oficialmente, não há vida útil no Brasil durante os jogos da seleção. Eu acho ridículo, mas resolvi aproveitar...

Eu não entendo muito de futebol, como já disse antes e muitas outras vezes, mas a seleção não deveria ser mais rápida, mais divertida, artística ou mesmo, sei lá, habilidosa? Era meio retardado o comentarista ficar feliz porque o jogador não chutou a bola alta demais porque isso quer dizer que ele tinha domínio dela. Pô! Errou o gol de qualquer jeito!

Tudo bem, ganhamos, mas um dos comentários que ouvi hoje na TV foi de que todos os times do grupo querem tirar a diferença dos gols perdidos/não feitos em cima da coitada da Coreia do Norte. Não deveria ser preocupante que a gente jogasse bem mais ou menos, na estréia, contra esse time??? Não tenho muita certeza se essa estratégia vale pra enfrentar Alemanha, Itália, Argentina, mesmo que não seja agora.

Bom, eu fui uma das pessoas que xingou a convocação da Seleção. Ainda acho um grande absurdo e, já que vou torcer pro Brasil quando a Inglaterra for eliminada, sinto-me na obrigação de manter isso. Uma amiga minha disse que a escolha do Dunga foi boa porquea seleção não entrou em campo de salto alto e isso realmente é uma vantagem. Só vamos esperar que eles entrem, pelo menos, de chuteiras, não? Porque hoje eu realmente pensei que eles tinham arranjado um tênis pra uma pelada.

Eu sei que a vitória sempre é bom resultado e tomara que eu engula todos os meus xingamentos e a seleção ganhe (se a Inglaterra não ganhar), mas continuo sem grandes expectativas. Com isso, não quero desrespeitar ou desmotivar os jogadores que estão lá suando a camisa pela pátria (supondo que minha praticamente anônima opinião chegue até eles), mas não é um desrespeito torcer só pelos "nossos". Nepotismo eu sei que é.

De qualquer jeito, no fim, nem importa tanto. A diferença entre os prêmios de 1º e 2º lugar são de só 6 milhões de dólares. E eu digo "só" porque uma é 40 milhões e outra é 36 milhões. Não é muito, é? Só o dinheiro para abastecer uma pequena civilização ou tirar as crianças da rua.

Mas futebol é tão mais importante, não?

terça-feira, 15 de junho de 2010

Remember Me

ATENÇÃO! SPOILERS EM TODO O POST!

Acabo de assistir o filme estrelado pelo Cedric/Edward - ou melhor, Robert Pattinson - e confesso que fiquei impressionada. Há algum tempo instensionava assistí-lo, mas quando fui baixar da internet, li, sem querer, um comentário infeliz que contava o final: ele morre! Logo, não vi mais razão pra assistir. Era um romance que nem prometia grande coisa e eu já sabia que o guri principal morria. Não me interessava mais nada.

Mas aí, a auxiliar de pesquisa do grupo em que eu trabalho na universidade comentou que valia muuito a pena assistir. Como já aprendi a valorizar as colocações dela, fui atrás do longa. O que vi foi brilhante.

Na verdade, foi a única estratégia cinematográfica que conseguiu me comover realmente com o tema que ela aborda no final - e olha que eu já assisti várias tentativas sem sucesso! Agora, me resta a dúvida: eu estou sendo mais facilmente manipulada ou o filme é competente mesmo? Gostaria que assistissem e me dissessem.

Pra quem só isso já basta, pare de ler aqui e vá ver o filme. Para os que gostariam de entender mais do meu ponto de vista e da história em si, prossigam.

A história começa interessantezinha. A menina de 11 anos que vê a mãe ser assassinada e o guri cujo irmão cometeu suicídio crescem e se encontram por uma armação que, a princípio, foi bolada pelo amigo do guri por vingança de uma encrenca em que se meteram com a polícia - o pai dela era oficial. Como em qualquer romance, o tiro sai pela culatra e ele se apaixona por ela. Ela descobre, eles brigam, ela perdoa ele e tudo fica bem.

E o filme não acaba.

Aí é que começa a ficar estranho. Está quase no fim, a história é boa, porém morna e o expectador fica na dúvida se deve se irritar por perder o tempo ou se preparar pra frustração. Eu, especialmente; afinal, como é que, depois de tudo, o guri ia morrer??? Por alguns instantes, suspeitei de suicídio, já que no filme, ele comemora o aniversário de 22 anos, a mesma idade em que o irmão se matou. Mas isso não acontece.

De plano de fundo temos uma família que parece ter se desestruturado com a morte do mais velho, embora ainda tente se erguer. Temos o Tyler (Edward) morando com um amigo, o pai dele (007), um advogado frio e a mãe tentando seguir a vida com a menina caçula e um novo companheiro. A menina mais nova é uma temática à parte que trás a tona a questão do bullying, violência tão discutida na atualidade. Podemos observar a dinâmica da família para lidar com o problema da maneira mais saudável que eu já vi, apesar de toda a doença que beirava o ambiente de forma quase discreta.

Tyler cita a frase de Gandhi em dois momentos do filme: no início e no final e ela fica confusa no contexto até o último momento. "Tudo que você fizer na vida será insignificante. Mas é muito importante que você o faça... porque ninguém mais o fará". O filme é brilhante porque o tempo todo você acha que essas são tentativas frustradas de mostrar algo que não vai importar e, no fim, foi tudo perda de tempo. A última (ou penúltima, sei lá) cena salva tudo.

O que me encanta no cinema é justamente isso. Uma imagem vale mais que mil palavras, como diria o autor. Incrível como em um momento nada faz sentido e, em outro, tudo se encaixa.

O filme se desenvolve até o momento em que Tayler consegue reunir a família; a irmã se sente amada e protegida, a mãe, amparada e o pai finalmente exerce sua função e ele e Tyler finalmente entram em um processo de reconciliação. E aí, quando a irmã de Tyler vê a data que a professora escreve no quadro negro da escola, tudo faz sentido: September, 11, 2001. É interessante porque eu estava mesmo me perguntando porque um filme lançado em 2009/2010 teria seu cenário na época em que American Pie passava no cinema (aparece o Tyler assistindo o filme).

E aí, quando você está prestes a começar a xingar porque tudo foi uma estratégia para a comoção geral, aparece o Tyler esperando o pai no escritório dele. Ele olha pela janela e a câmera se afasta para filmar o prédio em que ele está. Quem pensou em World Trade Center acertou na mosca.

E aí eu entendi. Somente mostrando uma vida qualquer, de uma pessoa qualquer e a importância dessa pessoa no universo (o grande mesmo e o em que ela vive), sem que saibamos que aquela tragédia vai ocorrer é que podemos, realmente, entender a questão. A sensação de invasão e ataque sentida pelos americanos nada tem a ver com o problema e sim a perda que ela respresentou para os envolvidos. Dane-se a política, a cultura, a guerra. Alguém que estava fazendo alguma coisa - insignificante e importante - morreu ali. Será que foi acidente de percurso ou ele havia terminado sua tarefa? Eu não tenho como saber por enquanto. Só sei que este foi o filme mais inteligente que assisti sobre a tragédia justamente porque ele não foi sobre a tragédia.

Foi sobre alguém.