quinta-feira, 12 de agosto de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
True Blood
Dexter
Mad Men
The Good Wife
Breaking Bad
Lost
Melhor Comédia
Curb Your Enthusiasm
Modern Family
The Office
30 Rock
Glee
Nurse Jackie
Melhor Ator em Drama
Jon Hamm (Mad Men)
Bryan Cranston (Breaking Bad)
Michael C. Hall (Dexter)
Kyle Chandler (Friday Night Lights)
Matthew Fox (Lost)
Hugh Laurie (House)
Melhor Atriz em Drama
Julianna Margulies (The Good Wife)
Mariska Hargitay (Law & Order: Special Victims Unit)
Glenn Close (Damages)
Kyra Sedgwick (The Closer)
January Jones (Mad Men)
Connie Britton (Friday Night Ligts)
Melhor Ator em Comédia
Steve Carell (The Office)
Tony Shalhoub (Monk)
Alec Baldwin (30 Rock)
Jim Parsons (Big Bang Theory)
Matthew Morrison (Glee)
Larry David (Curb Your Enthusiasm)
Melhor Atriz em Comédia
Tina Fey (30 Rock)
Julia Louis-Dreyfus (Old Christine)
Amy Poehler (Parks and Recreation)
Edie Falco (Nurse Jackie)
Lea Michele (Glee)
Toni Collette (United States of Tara)
Melhor Ator Coadjuvante em Drama
John Slattery (Mad Men)
Michael Emerson (Lost)
Aaron Paul (Breaking Bad)
Martin Short (Damages)
Terry O’Quinn (Lost)
Andre Braugher (Men of a Certain Age)
Melhor Atriz Coadjuvante em Drama
Sharon Gless (Burn Notice)
Christine Baranski (The Good Wife)
Christina Hendricks (Mad Men)
Elisabeth Moss (Mad Men)
Rose Byrne (Damages)
Archie Panjabi (The Good Wife)
Melhor Ator Coadjuvante em Comédia
Chris Colfer (Glee)
Jon Cryer (Two and A Half Men)
Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother)
Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)
Eric Stonestreet (Modern Family)
Ty Burrell (Modern Family)
Melhor Atriz Coadjuvante em Comédia
Jane Lynch (Glee)
Kristen Wiig (Saturday Night Live)
Jane Krakowski (30 Rock)
Julie Bowen (Modern Family)
Sofia Vergara (Modern Family)
Holland Taylor (Two and A Half Men)
A cerimônia ocorre no dia 29 de Agosto
terça-feira, 6 de julho de 2010
Sobre vampiros e a realidade
Um pouco mais inspirada pela “era dos vampiros” do que eu gostaria de admitir, achei que seria interessante comentar sobre a incrível experiência de viver na fantasia, pelo menos por alguns instantes, antes de fazer o que é certo e voltar à realidade.
Nos últimos anos, após a minha "era da magia" ter finalmente acabado, acabei decidindo dar uma chance aos vampiros; afinal, se eu já havia me escravizado por anos a fio no mundo dos bruxos, porque não tentar a sorte com os sugadores de sangue?
Tudo começou quando, desavisada e alienadamente, li a saga Crepúsculo inteira em menos de 1 semana. Ora, então ser vampiro poderia ser tão excitante quanto fazer magia! Ou mais, talvez, se compararmos as oportunidades românticas que Edward e Bella tiveram, enquanto o pobre e inocente Harry Potter cismava em salvar o mundo.
Depois de um tempo, apareceu Vampire Diaries, a série de TV inspirada nos livros de mesmo nome. Ah, então havia mais sobre vampiros e seus amores impossíveis! Tentei ler os livros, seguindo a óbvia idéia de que o original sempre é melhor. Nesse caso, porém, nem tanto. Foi impossível terminar o primeiro capítulo; fico, dessa vez, só com a série mesmo.
Há alguns dias, desesperada em busca por alguma série que eu ainda não tivesse visto, já que as novas temporadas só chegam em setembro, me deparei com True Blood. Não vou dizer que é uma maravilha, mas está me mantendo ocupada até que as coisas voltem pro lugar. A série tem uma idéia diferente sobre os vampiros e sua convivência com os humanos, começando pelo fato de que todo mundo sabe da existência deles. É mais violenta e disgusting também, mas qualquer um que queira ver campos floridos e famílias perfeitas pode ir ver Eclipse no cinema e pronto!
Aliás, falando em Eclipse, muito melhor que os outros dois filmes. Recomendo pra quem gosta, mas estava em dúvida porque Lua Nova, ano passado, foi terrível. Esse terceiro filme está bem mais leve, menos dramático e com mais aventura. Os atores continuam terríveis, mas o longa, em geral, está bem legalzinho.
Agora, me permitam ter um momento de tolice aqui. Entendam isso como uma última fuga de alguém que não curte muito o mundo em que está inserida por excesso de trabalho, estresse e auto-exigência. Não seria maravilhoso que eles existissem? Que fosse possível viver um amor impossível com uma criatura sobrenatural? Que, contra todas as probabilidades, isso fosse aquilo que faltava?
Ah, se essa fosse a realidade...
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Dunga x Globo
Essa é uma disputa à parte nesta Copa do Mundo. E não é novidade pra ninguém; de fato, está ridiculamente escandalosa. Tão escandalosa que, no último domingo (22), no horário nobre do Fantástico, o repórter da emissora fez uma declaração, expondo a insatisfação da emissora frente a atitude do técnico da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
Eu já vi a Globo fazer todos os absurdos possíveis e não acho que eles vão parar por aí, mas tudo nessa vida tem limite e acho que a Globo é tão megalomaníca e narcisita, que eles acham que os limites não valem mais pra eles.
Agora, antes de eu continuar. Quem já leu meus posts anteriores sabe que eu tenho listas de desaprovações a muito do que o Dunga anda fazendo, inclusive sobre sua postura frente a mídia, por isso não considerem estes comentários fruto de alguém que o apóia incondicionalmente. Só estou tentando ser justa.
É claro que o Dunga enlouqueceu. Resolveu fazer tudo como bem entendia e ainda mostrou pro mundo todo que ninguém nunca lhe ensinou que é feio falar palavrão. Ele não tem postura frente a imprensa, é desrespeitoso com o juiz e ainda incita os jogadores a cometerem faltas inconcebíveis, como no jogo contra Costa do Marfim, em que gritou para alguém (não lembro quem), para agarrar o braço do adversário que, sabidamente, estava recém-operado. É vergonhoso para qualquer um – e não apenas para nosso país, mas para qualquer membro da classe vinculada ao esporte – que alguém, cujo cargo é tão fundamental, tenha uma conduta tão lamentável.
Porém, todo mundo comete erros. O Dunga, claro, não deveria se dar ao luxo de cometer tantos, mas condená-lo não é nosso papel. Podemos ter nossa opinião, mas não devemos deixar de ser justos. E, me desculpem, mas jogar o país todo contra o cara, considerando que ele tem uma seleção atrás, em horário nobre, por causa de picuinha, é tudo menos justo.
Eu posso estar sendo reducionista quando falo em “picuinha”, mas mesmo que se trate dos milhões que a Globo paga e recebe pelas reportagens, não acho que valha a pena, se o objetivo final é ver o Brasil vencer. Podem todos considerar o Dunga inconseqüente por suas posturas, mas a da Globo não é e nunca foi a mais ética. Pelo contrário, costuma ser manipuladora para conseguir aquilo que quer, sem se importar com os prejuízos que pode causar aos outros.
Como prefiro tirar o melhor de tudo e já que o Dunga vai perder o cargo assim que pisar em território brasileiro – senão antes -, devo dizer que gosto da atitude que ele teve de desafiar a todo-poderosa Rede Globo. Ele está longe de ser um exemplo, mas certamente ficará na história como um daqueles que não cedeu às estratégias manipuladoras desta que é a emissora mais prepotente do país.
domingo, 20 de junho de 2010
Não, eu não entendo muito de futebol. Não, eu não gosto muito de futebol. Mas sim, eu vou acabar comentando os jogos do Brasil porque (1) são os jogos que meu trabalho permite que eu assista e (2) porque geralmente tem gente que me explica o que aconteceu e eu consigo fazer um julgamento.
No bolão da copa da minha academia, eu apostei (sim, eu apostei; se eu ganhar é mês de academia grátis!) em 1x0 pro Brasil. Isso porque eu não acreditava que a gente fosse perder tão cedo e também porque se tem um time que eu confio menos que o Brasi, é a Costa do Marfim (tá, tudo bem, tem outros, mas vocês entenderam meu ponto, não?). Agora, com relação ao jogo, ou melhor, com relação à batalha:
Sim, foi uma batalha. No primeiro tempo estava quase tão sem graça quanto foi o jogo contra a Coréia, e quando eu digo sem graça não quero dizer, necessariamente, que estávamos jogando mal.; só que estávamos jogando sem nada de especial que é, paraos nossos padrões, um jogo sem graça. A única excessão foi o gol, que saiu no primeiro tempo.
O segundo tempo foi terrível. O Elano marca o segundo gol e as pessoas enlouquecem! Primeiro quase quebram a perna do guri; depois, dez minutos interrompidos por faltas e mais faltas; em seguida, o Luiz Fabiano faz um gol praticamente com a mão e, por último, o juíz expulsa o Kaká porque o coitado estava no caminho do outro cara. Que loucura!
Uma tristeza: o gol do Luiz Fabiano, que foi a única coisa, até agora, que me fez, verdadeiramente, querer torcer pelo Brasil, deveria ter sido anulado; o Kaká que era a única imagem agradável que me estimulava a assistir os jogos, foi expulso; O Elano, que é o jogador que eu acho batalhador e me faz acreditar queo futebol faz algo de bom pelas pessoas, está praticamente lesionado.
O que eu faço agora? Sério, que lixo de copa do mundo!
